Estima-se que cerca de 50% dos homens adultos vão experimentar algum grau de disfunção erétil ao longo de suas vidas. Como trata-se de um problema frequente, podemos afirmar que possa ser considerado como se fosse um problema de saúde pública.

Diante disso, é mais comum do que se imagina pacientes virem até o médico urologista em busca de alternativas e tratamentos, bem como o diagnóstico para que possa ser tratada a devida causa da disfunção erétil e, assim, oferecer as melhores opções em tratamentos que visam a solução desse problema.

O surgimento dos medicamentos para ereção fez com que o diagnóstico fosse mais fácil, pois viabiliza um período de adaptação, como se fosse um teste terapêutico, conforme indicação médica, retornando ao consultório após determinado período com a resposta do uso destes medicamentos.

No retorno ao urologista, quando há uma resposta satisfatória, é possível ver as possíveis causas e planejar os possíveis tratamentos a serem instituídos. Porém, quando a resposta não é satisfatória ou quando não há nenhum resultado, os pacientes se veem frustrados, sendo que conhecem muitos outros homens que responderam de forma positiva ao tratamento contra disfunção erétil.

Quando isso acontece, o médico urologista deve estar preparado para saber lidar com a situação, assim como saber identificar possibilidades e oferecer opções para que ele possa ter um tratamento adequado através de um diagnóstico correto.

Há alternativas para casos em que o tratamento via oral não funciona, como as terapias injetáveis e em outros, até mesmo o uso da prótese peniana pode ser uma opção, embora seja reservada para casos que já se tentou outras alternativas.

Entretanto, quando o paciente quer investigar para saber por que os medicamentos não funcionam, dispomos de um exame que dá uma noção de qual tratamento poderá ser instituído. Trata-se do doppler de artérias penianas, que é feito em consultório através de uma fármaco ereção (falsa ereção), feita através de estímulos para o aumento da libido no momento do exame.

Após, é realizada uma ultrassonografia com a técnica de doppler para analisar a circulação arterial do pênis e suas condições hemodinâmicas. Com isso, é possível obter um resultado de como o paciente responde com a fármaco ereção, para determinar os próximos passos do tratamento.

Portanto existe sim exame para diagnóstico de disfunção erétil ou impotência sexual, mas a investigação clínica, a história, a anamnese e o teste terapêutico são de extrema importância no primeiro momento.

Veja maiores informações neste vídeo:


Dr. Eduardo Gröhs

Urologia e Medicina Sexual Masculina
CREMERS 23362 | RQE 15244

Agende sua consulta pelo WhatsApp: (51) 99228-4554 (Atendimento presencial e virtual)

Visite nossas redes oficiais:

Instagram: https://instagram.com/dr.eduardogrohs

Youtube: https://youtube.com/@urologiasemfrescura


WhatsApp // Coloque este script no final do body (body end) ou no footer